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| Delegado Flávio Albuquerque (Fotos: Portal Infonet) |
Na manhã deste sábado, 28, a equipe do Portal Infonet conversou com o coordenador de Polícia Civil da Capital, delegado Flávio Albuquerque, que desde o sábado, 27, acompanha o triplo homicídio registrado no Hospital de Urgência e Emergência de Sergipe (Huse). Conforme já publicado, o principal suspeito pelos crimes é um tenente da Polícia Militar, identificado como Genilson Alves de Souza. A suspeita é que o oficial da PM cometeu o crime porque ficou desesperado com a morte do seu irmão, vítima de um suposto assalto no bairro Santa Gleide.
A polícia até o momento não confirma se o irmão do militar, identificado como Jailson Alves de Souza foi vítima de um assalto seguido de morte. O delegado Albuquerque disse que a investigação é sigilosa, mas adiantou que várias linhas estão sendo checadas e que mais de oito pessoas já foram ouvidas na Delegacia Plantonista.
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| O crime ocorreu na presença dos pacientes e profissionais que ficaram desesperados |
“Várias pessoas já foram ouvidas e ao final o Departamento de Homicídios que tem a frente a diretora Tereza Simony apresentará a solução do caso. Tudo nós estamos checando não é possível precisar nenhuma das informações e nenhuma delas esta sendo descartada. Estamos apurando já existem mais de oito pessoas ouvidas e vamos aguardar a apuração. Nós ainda estamos com as oitivas em andamento várias pessoas estão sendo ouvidas de forma que a gente não pode destacar o que uma ou outra pessoa falou porque é interesse da apuração que o sigilo seja mantido”, disse o delegado.
Foragido
“O tenente encontra-se foragido e a polícia tanto civil quanto militar está no encalço para prendê-lo”, garante Albuquerque que fala sobre os momentos de pânico sofrido por pacientes e familiares.
Questionado sobre a responsabilidade dos militares que entraram com o tenente da PM no Huse, o delegado disse que aguardará a finalização da investigação. “Vários questionamentos serão respondidos ao final da apuração, mas é importante que se diga que de imediato que o hospital apresentava uma superlotação, o tumulto foi generalizado, médicos abandonando o posto de serviço, auxiliares e o tumulto foi geral”, descreve.
Por Kátia Susanna
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