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28/04/2012 - 12:17
Família de oficial fala em ameaças e pede escolta
O padeiro Jailson Alves foi baleado junto com o sobrinho

Velório do irmão do tenente (Fotos: Portal Infonet)

A família do padeiro Jailson Alves de Souza, irmão do tenente da Polícia Militar, acusado de praticar a execução de três pessoas na última sexta-feira, 27, pede escolta policial. Segundo a irmã da vítima, a gangue dos suspeitos que participaram a troca de tiros ameaçou matar os membros da família do oficial da polícia, Genilson Alves.

Segundo a irmã do tenente, Gisele Monteiro, Jailson saiu com o seu filho, identificado como o agente, Ralf Monteiro, para comprar um remédio quando aconteceu a troca de tiros. “O meu irmão estava na garupa da moto do meu filho. Eles perceberam que estavam sendo seguidos e acelerou. Neste momento, um dos suspeitos atirou nas costas do meu irmão que caiu da moto junto com meu filho. Foi quando começou a troca de tiros”, explicou.

Ainda segundo Gisele, o seu filho é agente penitenciário e por isso estava armado. “ Ele atirou em legítima defesa, os dois iam ser baleados. Depois do tiroteio eles foram para o hospital. E a polícia também levou os dois homens feridos para o hospital, mas a gangue deles ao saber que um dos amigos estava baleado foi para o mesmo hospital. Por isso, ninguém sabe quem realmente começou a confusão”, contou.

Jailson estava na garupa de uma moto quando foi atingido e morto

Jailson Alves dos Santos possui três filhos e trabalhava como padeiro em uma panificação próximo a sua casa, no bairro Veneza. De acordo com a irmã Gisele, os familiares se dirigiram ao hospital ao saber da notícia, já o tenente foi um dos últimos a chegar ao local. “ Meu filho está baleado e preso na Delegacia Plantonista porque se defendeu. E ainda estamos sem nenhuma proteção depois de sermos ameaçados pela gangue dos dois suspeitos que tentaram assaltar meu filho e meu irmão. Minha mãe e meu irmão (o tenente) estão sedados com medicamentos”, afirmou.

A informação de que o tenente se encontra sedado e em local conhecido da família é contrária a versão da polícia de que o mesmo permanece foragido e sendo procurado.

Por Adriana Freitas e Kátia Susanna

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Comentários (49)
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SERGIO
28/04/2012 às 13:04
Mas essa não é a cidade com qualidade de vida!!! o Dedinha e o veinho cerelepe do Edvaldo, não param de afirmar!!! cade os Pms cidadões perfeitos de aracaju??? Rita Lee, foi quem deu nome aos bois, nessa cidade de mangue. tai a segurança fulera dentro de um hospital, hospital não, matadouro!!! agora chamem o dedinha.
José Bonaparte
28/04/2012 às 14:25
O pior de tudo é que a polícia hoje se julga acima de qualquer coisa.Será que essa atitude de verdadeiro massacre e assasinatos vão ficar impunes ? Se nada acontecer com o policial e com toda a quadrilha que deu cobertura a esse ato de barbárie, pergunto : a população terá que se armar contra a polícia ? Déda tem que deixar de ter medo da polícia e fazer uma devassa nos seus maus elementos. Todos eles são bem pagos com o dinheiro da população e deve atuar para defendê-la e não para matá-la
Virado na gota
28/04/2012 às 15:23
é uma vergonha, proteção para família de um assassino e para a família da vítima? nada!!!um pai de família que perdeu sua vida por conta de uma to irresponsável de um agente que deveria servi-lo, não matá-lo...é vergonhoso, esse policiais só reclamam, agora cadê trazer a responsabilidade para si!!!! Cadê seus representantes para falar, se fosse um policial morto inocentemente já tinham pintado o 7!!! Cadê os direitos humanos...ah é sábado estão de folga!!!
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