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| Carreiras típicas do estado lutam pela revisão salarial (Foto: Arquivo Portal Infonet) |
Representantes das diversas carreiras típicas de estado decidiram em assembleia local paralisar as atividades por tempo indeterminado no próximo dia 18 de junho. No entanto, a deflagração da greve somente se consolidará após decisão do comando nacional de mobilização das categorias.
O membro do comando local de mobilização, José Inácio Garcia Rodrigues, explica a paralisação das atividades faz parte de uma campanha salarial realizada nacionalmente. “Todas as categorias que integram as carreiras típica do estado estão engajadas nesta luta. A última revisão salarial foi realizada em 2008 e de lá pra cá nada mudou e o governo vem descumprindo a lei prevista na constituição. Estamos tentando uma negociação, mas não temos encontrado soluções”, comenta.
José Inácio ainda explica que a paralisação poderá não ser realizada caso o governo apresente uma proposta de negociação. “Desde o final do ano passado estamos reivindicando negociações, pois sabemos que se até o dia 31/08 nada for resolvido, o reajuste não será incluído no orçamento do próximo ano”, explica.
Para advertência sobre o assunto, o comando local de mobilização realizará paralisações nos próximos dias 12 e 13 de junho. “As próximas ações têm o intuito de discutir os rumos do movimento, analisar as propostas trazidas pelo governo federal e manter um diálogo aberto com a sociedade”, ressalta José Inácio.
José Inácio tranquiliza a população quanto aos prejuízos da paralisação. “Em momento algum nós deixaremos de oferecer um serviço público de qualidade. Os serviços essenciais e o número mínimo de funcionários serão mantidos”, esclarece.
Reivindicações
Além da campanha salarial, as categorias se unem em prol de melhores condições de trabalho, além de mais recursos humanos e salariais para executar as ações do órgão.
Carreiras
Lutam pela campanha salarial 19 categorias. Destas, 8 tem representantes em Sergipe. São elas: Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Associação dos Peritos Criminais Federais, Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, Auditores Fiscais da Receita Federal, Sindicato dos Analistas e Técnicos das Finanças de Controle, União dos Advogados Públicos e Federais do Brasil e Associação dos Auditores da Previdência.
Por Verlane Estácio e Janaina de Oliveira