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24/05/2012 - 23:17
"Investimentos foram triplicados em Sergipe" diz Luciano
Luciano é superintendente da Caixa Econômica Federal em SE
Luciano Azevedo Pimentel, superintendente da Caixa Econômica Federal em Sergipe (Foto: Portal Infonet)

“A Caixa é o grande banco alavancador da indústria sergipana”, tal afirmação foi feita pelo entrevistado da noite desta quinta-feira, 24, no 'Nós no Cabaré.com convidados', Luciano Azevedo Pimentel, superintendente da Caixa Econômica Federal em Sergipe.

O superintendente falou sobre o crescimento de investimentos, dizendo que entre os anos de 2008 e 2011 a Caixa Econômica chegou a triplicar o valor de investimentos em Sergipe. Além disso, reconheceu o avanço significativo que o governo Lula proporcionou ao banco. “A Caixa, durante a administração de Lula, transformou-se em um executor da políticas públicas do governo e acabou virando parceiro em programas sociais, o que fez com que o banco tivesse um avanço enorme”.

Luciano também afirmou que a Caixa já atua em todas as linhas de crédito e é o banco com maior responsabilidade social.

Poupança

Perguntado sobre a baixa rentabilidade das poupanças da Caixa, o superintendente respondeu que a poupança é o melhor investimento para o baixo e médio poupador. “A rentabilidade na verdade é extremamente alta, hoje a poupança atrai muitos investidores, porque tem liquidez imediata, segurança e um nível de percentual razoável. Juntando todos esses fatores temos a melhor rentabilidade para o pequeno e médio poupador”, disse.

Fiscalização

Uma questão que esquentou o clima do Cabaré foi a das casas do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e do programa “Minha Casa, Minha Vida” que estão sendo vendidas e usadas, depois de prontas, para pessoas que não tinham cadastro no programa pelas. Sobre isso Luciano respondeu que “quem administra essas coisas são empresas licitadas, elas identificam os casos e passam para Caixa, que monta um dossiê e notifica aquela pessoa pedindo esclarecimento. Após isso, se necessário, encaminhamos o processo para a Justiça Federal (JF) pedindo reintegração de posse para que a casa possa ser passada para outra família cadastrada no programa”, explica.

Denúncia sobre vendas casadas

Sobre o processo que o banco recebeu do MPF/SE por conta de vendas casadas, o superintendente diz que a Caixa faz uma licitação para a a escolha das administradoras do PAR. “O banco não obriga o cliente a comprar nada. Nós oferecemos alguns pacotes para o cliente ter um diferencial na taxa de juros, mas em nenhum momento trabalhamos com imposição”.

Filas nos bancos

Sobre a questão do tempo de espera nas filas das agências da Caixa Econômica, Luciano foi otimista em dizer que sempre está tentando melhorar o atendimento para o cidadão e reconhece que o tempo é grande atribuindo o problema ao grande numero de pessoas que as agências atendem diariamente.

“Nós sabemos que temos muito mais pessoas para atender do que os outros bancos, por isso nos preocupamos em atender melhor o nosso cliente a cada diz que passa, monitoramos sempre as agências para tentar achar soluções, também estamos abrindo novos pontos e melhorando o acesso online, tudo pensando no bem estar do cidadão”, afirmou.

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Comentários (2)
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Eduardo Freitas
25/05/2012 às 09:27
Tai Deda onde você deveria ter um administrador Forasteiro pelo quantitativo de recursos que movimenta e número de construtoras "locais e interessadas" em construir, a CAIXA em Sergipe deve ter um Superintendente de "FORA" do Estado, sempre errando pró seu lado e da Prefeitura, Forasteiros na sua 1ª administração e compadre na 2ª, e põem amizade nisso, é local e o único benefício é construção ruim e preço ALTO, é isso que o Sergipano gosta, afinal aqui é onde se TEM QUALIDADE DE VIDA!E QUE VIDA!
Alexandre
25/05/2012 às 10:32
Nao se discute que houve aumento de investimento, todavia, esquece de dizer que a inadimplência imobiliária cresceu e muito, a CEF deveria informar ao público os valores da renda mínima necessária para financiar determinados valores de imóveis, pois as construtoras cada dia lançam imóveis na planta por preços absurdos fora da realidade local, as pessoas compram na planta e nao conseguem financiar, daí são obrigadas a vendê-los ou devolvê-los as construtoras tendo prejuízos financeiros
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