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Raí Silva e Aline Reis comemoram 10 anos do Saia Rodada e anima Forró Caju (Fotos: Marco Vieira/ Portal Infonet) |
Saia Rodada encerra a véspera de São Pedro no Forró Caju com muita empolgação e animando os forrozeiros pra valer. Quando a banda subiu ao palco Luiz Gonzaga parecia que as baterias das pessoas tinham acabado recarregar. Era muita disposição contagiando os vocalistas Raí Soares e Aline Reis, que deixaram os forrozeiros elétricos até os últimos momentos.
Comemorando os 10 anos de carreira, a Saia Rodada conta da expectativa de estar presente no maior evento de forró do Nordeste. “Adoro Aracaju, o calor do público é ótimo. A expectativa é sempre grande quando vamos fazer shows aqui. Sem contar na ansiedade pra saber o que vai acontecer quando a gente subir ao palco,” conta Aline Reis, vocalista há quatro meses na banda.
Com um repertório voltado para ritmos dançantes, durante cerca de duas horas de apresentação, a banda investe agora em composições mais românticas para conseguir manter um público diferenciado. “Estamos fazendo uma apresentação mais puxada para o romantismo, com músicas que tocam o coração, mas as músicas animadas permanecem”, diz Aline. O show começou com sucessos novos como 'Parede de Vidro', 'Chave de Cadeia' e 'Beber, beber'.
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Para encerrar os shows de hoje, a banda Saia Rodada agita público |
Na estrada desde 2001, a banda do Rio Grande do Norte conta uma década de experiência, registrada no último DVD, gravado em Recife no mês de abril e que será lançado no dia 10 de julho. “Estamos com um DVD quentinho, com muitas músicas autorais e também sobre o tempo de vida da banda. São composições que, na maioria das vezes, são feitas baseadas em histórias reais”, afirma Raí.
São 10 anos de banda formada, com nove CDs e quatro DVDs, no total. Tendo feito turnê na Europa, em 2009 e se apresentado em todos os 26 estados brasileiros. A Saia Rodada é conhecida por ser a banda que inovou o forró com os ritmos da percussão, trazendo o forró elétrico para os trios em vários carnavais fora de época.
Por Thamires Nunes e Jéssica Vieira